Gracián contra Faret - Institución Fernando el Católico

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Gracián contra Faret - Institución Fernando el Católico
Charles V. A u b r u n
GRACIAN
CONTRE
FARET
S
i comparer d e s textes avait pour b u t d e relever leurs analogies,
la critique littéraire se bornerait à établir u n e série chronologiq u e de sources et d'influences. Et l'immense Gracián apparaîtrait
c o m m e l'épigone d u m é d i o c r e Faret.
Or, lorsque Gracián lit L ' H o n n e s t e - h o m m e , il a p p r o u v e et cond a m m e à la fois son auteur. C'est cela et ce n ' e s t p a s cela qu'il fallait
dire. Il en est ravi et irrité —sinon, pourquoi aurait-il refait le travail?
Si bien qu'il p r e n d la p l u m e en m a i n pour rétablir la vérité, donner
aux m ê m e s p e n s é e s u n autre équilibre et, biffant les erreurs d e jugem e n t et les insuffisances d u style, r e n d r e à la p e n s é e et à son expression la justesse q u e l'«autre» altérait.
Il n e faut d o n c point décrier la m é t h o d e comparative. Mais la
finalité doit en être claire. L e s textes les plus proches n e sont à
c o m p a r e r q u e d a n s la m e s u r e où ils diffèrent et n o n point où ils se
ressemblent. C'est la t â c h e du critique q u e d e suivre avec défér e n c e l'auteur d a n s sa q u ê t e anxieuse et mal assurée de soi à travers
tous ses refs d e son m o d è l e , toutes ses a p p r o b a t i o n s et toutes ses
réticences.
Seules ici les différences, q u e dis-je les différends, entre Gracián
et Faret nous importent. Et q u a n d n o u s soulignerons des rencontres,
ce sera pour mieux m a r q u e r les lieux où divergent leurs plumes, où
bifurquent leurs esprits.
* * *
A d o l p h e Coster a d é m o n t r é q u e Gracián avait pratiqué L ' H o n n e s te-homme
ou l'art de plaire à la Court (Paris, 1630) . Son argumenta1
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O u t o u t a u m o i n s sa t r a d u c t i o n en e s p a g n o l p a r A m b r o s i o de SAUZAR, p u b l i é e
a P a r i s e n 1634. N o u s c i t e r o n s t o u j o u r s F a r e t d ' a p r è s l'édition M a g e n d i e , Paris, 1925.
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tion s ' a p p u i e sur u n e coïncidence qui n e saurait être fortuite. D a n s
le p a r a g r a p h e intitulé «De la complaisance p a r m y les femmes» et consacré à l'art d e la conversation, Faret écrit: «Qui pourroit, n e d e v r o i t
jamais a p p o r t e r à ce trafic q u e d e ces paroles de soye dont on entretient les rois. » Son h o n n ê t e - h o m m e «doit toujours estre serein,
riant
et accueillant tout le m o n d e a v e c douceur et courtoisie». Or, d a n s
son Oráculo manual, Gracián intitule sa m a x i m e CCLVII «Palabras de
seda con suavidad d e condición» , et il conclut: «Es el único m e d i o
p a r a ser a m a b l e el ser
apacible».
E n g a g é s u r cette piste, Coster retrouve u n chapitre important d e
F a r e t : «De la grâce naturelle» d a n s les trois «primores» du H é r o e
(1637): «Gracia d e las gentes», «Del despejo», «Toda p r e n d a sin afectación».
I1 n o u s a p a r u q u e le parallèle pouvait être poussé plus loin et
servir d e d é p a r t à u n e étude d e s écarts et d e s divergences .
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D ' a b o r d , q u a n d et c o m m e n t Gracián a-t-il lu Faret ou c o n n u u n
« h o n n ê t e - h o m m e » à la française?
A H u e s c a depuis 1630 o u 1631, notre jésuite fréquente le palais,
le m u s é e et le jardin d e Lastanosa, g é n é r e u x et érudit seigneur, s o n
cadet d e sept ans, et il participe à son a c a d é m i e , salon littéraire
qu'avait fondé le p è r e d è s 1610. L a bibliothèque est la merveille
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Coster, «Baltasar Gracián», Revue
Hispanique,
P a r í s 1913, t. X X I X . Cet e x cellent é r u d i t est allé t r o p v i t e en b e s o g n e . I l écrit e n effet «Dans s o n Oráculo
Manual, G r a c i á n p a r l e d e s p a r o l e s d e soie d o n t il f a u t u s e r p o u r p a r l e r a u x rois».
N i chez F a r e t , q u i p a r l e e s s e n t i e l l e m e n t d e s p r o p o s q u ' o n t i e n t a u x d a m e s , ni
chez G r a c i á n , q u i t r a i t e d e la c o n v e r s a t i o n e n g é n é r a l , il n e s ' a g i t d u l a n g a g e
q u ' i l f a u d r a i t u s e r e n s ' a d r e s s a n t a u x rois.
A m b r o s i o d e SALAZAR, op. cit., t r a d u i t t r è s e x a c t e m e n t : «Quien p o d r í a no.
devría n u n c a traer, e n este t r á f a g o s i n o d e s t a s p a l a b r a s d e s e d a con q u e l o s r e y e s se e n t r e t i e n e n » .
A l ' o r i g i n e , il a u n p e t i t faux s e n s d ' A y m o t , q u i t r a d u i t P l u t a r q u e ( A p o p h tegmes,
édition d e 1622, p . 9),. I l n e s'agissait p a s de soie, m a i s de l i n t r è s f i n ,
selon le g r e c . M o n t a i g n e r e p r e n d l ' e r r e u r à s o n c o m p t e q u a n d il o p p o s e l e s p a r o l e s
de soie a u x p a r o l e s faites de g r o s b u r e a u d ' A u v e r g n e (Essais, 3e éd. B u r g a u d des.
M a r e t s , I I p . 177. ) I l s e m b l e b i e n q u e G r a c i á n a i t c o n n u le t e x t e de M o n t a i g n e
p u i s q u e , d a n s s o n Criticón,
I , c r i s i s X I , il le t r a n s p o s e s o u s c e t t e f o r m e : «No
s o n b u e n a s p a l a b r a s de s e d a p a r a orejas de buriel». D ' a i l l e u r s , Azorín s u g g è r e q u e
Gracián a lu les
Essais.
5. C'est u n t r a v a i l q u e n o u s avions p r o p o s é à M a d a m e Biondo, a u j o u r d ' h u i
agrégé d ' e s p a g n o l , n o t r e é t u d i a n t e alors, p o u r s e n m é m o i r e d ' E t u d e s s u p é r i e u r e s ,
q u ' e l l e s o u t i n t e n 1957. N o u s avons dirigé s e s r e c h e r c h e s , q u e n o u s u t i l i s o n s ici.
6. Criticón,
I I , crisis I I (Nous r e n v o y o n s t o u j o u r s , c o m m e p o u r l'Oráculo M a nual, a u x é d i t i o n s d e R o m e r a N a v a r r o ) . «Salastano, c u y a casa es u n t e a t r o d e
prodigios, cuyo d i s c r e t o e m p l e o es lograr t o d a s las m a r a v i l l a s no sólo de l a n a t u r a l e z a y a r t e p e r o m á s de la F a m a , n o o l v i d a n d o l a F o r t u n a . . . Y con t e n e r h o y
a t e s o r a d a s t o d a s las p l a u s i b l e s así a n t i g u a s c o m o m o d e r n a s , n a d a le satisface».
Le j a r d i n b o t a n i q u e était t e n u p a r «Mosiur E s q u i l l o t » d e p u i s 1563, si l'on e n c r o i t
d o n V i n c e n c i o (B. N . M. m s . 1827-45). Le b r a v e h o m m e avait oublié l a f r a n ç a i s e t
p a r l a i t b i e n m a i l ' e s p a g n o l . (Ibidem)
«No m e e n t i e n d e u n a p a l a b r a si n o se l a
digo e n francés», «hablava s u l e n g u a n a t i v a t a n m a l q u e r e í a m u c h o s u Alteza
(Gaston d'Orléans) con él». L a s t a n o s a é t a i t u n g r a n d a m a t e u r d e t u l i p e s .
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FARET
d e toutes ces merveilles. D e p u i s le trisaïeul d e notre d o n Vicencio,
a m b a s s a d e u r d e Charles-Quint à Paris, s'y sont a c c u m u l é s d e s ouvrages anciens et m o d e r n e s , e n grec, latin, italien, français et castillan.
L e catalogue en est établi en 1639, puis en 1662 . L ' o u v r a g e d e
Faret n e figure ni d a n s la p r e m i è r e liste ni d a n s la s e c o n d e . Mais
c'est q u e le propriétaire les dicta sans se lever d e son fauteil e t :
presque de mémoire .
Quelle c h a n c e y a-t-il c e p e n d a n t q u e L ' H o n n e s t e - H o m m e s'y
trouvât? D ' a b o r d , L a s t a n o s a a v o u é toute u n e pièce d e sa bibliot h è q u e aux n o u v e a u t é s «los libros q u e salen a luz e n estos t i e m p o s » .
Son a m i et correspondant François Filhol, érudit toulousain, p r é b e n dier d e l'église Saint-Etienne, fut m ê m e chargé d e cette mise à jour
à partir d e 1640. O r G r a c i á n c o n n u t l'ouvrage d e Faret a v a n t 1637,
d a t e d e la publication d e son Héroe. Il faut d o n c supposer q u e Lastanosa tenait son exemplaire d ' u n e autre source. Serait-il t é m é r a i r e
d ' a v a n c e r q u e G a s t o n d ' O r l é a n s fut ce providentiel «transmetteur»?
D è s 1631, l'hidalgo et le prince sont e n relations épistolaires à p r o p o s
d e s fameuses statues d e carton l a q u é («de cartón d a d o d e charol»)
d u seigneur d e H u e s c a . G a s t o n finit par faire u n e visite d ' u n mois
et d e m i à Lastanosa qui le r a c c o m p a g n a j u s q u ' à Paris. Là, notre
A r a g o n a i s a d m i r a les résidences et les collections royales et princières, reçut en présent ou a c h e t a d e s livres, d e s instruments «mathématiques», d e s miroirs déformants, des pierres précieuses, d e s
crocodiles e m p a i l l é s . Lors d u conflit qui o p p o s a les c o u r o n n e s d e
France e t d ' E s p a g n e a u sujet d e la Catalogne, l'hispanophile G a s ton d ' O r l é a n s traita a y e c Olivares, intrigua a u p r è s d e P h i l i p p e IV
et m e n a c a m p a g n e a u p r è s d e s o n frère Louis XIII contre le cardinal
Richelieu. O r Faret avait d é d i é s o n fameux ouvrage à «Monseigneur,
frère u n i q u e d u Roy». P l u s m ê m e , il s'était inspiré, e n t r e autres,
d a n s son portrait d e « d ' h o m m e d e Coiurt» d u Prince Royal l u i - m ê m e .
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7. V. R i c a r d o d e l A r c o ; La erudición
aragonesa
en el siglo XVII en tomo a
Lastanosa,
M a d r i d , 1934.
8. «Sin l e v a n t a r m e d e d o n d e e s t o y a s e n t a d o p u e d o h a c e r o s u n a b r e v e relación»
dit-il a u r e l i g i e u x «docte e t grave» q u ' i l c o n v o q u e ce 15 o c t o b r e . L a p r e m i è r e e t
l a s e c o n d e liste n e c o ï n c i d e n t d ' a i l l e u r s p a s d a n s l e s d é t a i l s . L a b i b l i o t h è q u e cont e n a i t 6696 v o l u m e s d i s p o s é s s u r 80 r a y o n s . Or L a s t a n o s a n e d o n n e q u e d e u x c e n t s
ou trois cents titres.
9. L e t t r e s à Uztarroz. V. R i c a r d o del Arco, op. cit.
10. T o u j o u r s s e l o n l e m a n u s c r i t d e la B . N . M . d i t d e «Las t r e s c o s a s m á s .
s i n g u l a r e s q u e t i e n e la Casa d e L a s t a n o s a e n este a ñ o d e 1639», e n p a r t i e r é d i g é
v e r s 1632-1633, d a t e v r a i s e m b l a b l e d e l a visite de G a s t o n d ' O r l é a n s a H u e s c a .
11. D é d i c a c e : «Lorsque j e c o n s i d è r e q u e le feu R o y v o t r e p è r e ( H e n r i I V ) . . .
t r o u v o i t l e c o m b l e d e s l o u a n g e s à e s t r e e s t i m é le p l u s h o n n e s t e - h o m m e d e son
royaume, je prends u n peu plus hardiment la liberté de dire q u ' e n vous présent a n t ce livre, j e v o u s p r é s e n t e c o m m e u n p o u r t r a i c t de v o u s - m e s m e » .
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Il est d o n c raissonnable d e s u p p o s e r q u e G a s t o n fit connaître son
«pourtraict» p a r F a r e t à son ami espagnol.
Peut-être Gracián eut-il l'occasion d e rencontrer ce grand seigneur e n 1632 à H u e s c a . F a u t e d ' a v o i r p u jamais jugé sur pièces à
la C o u r d e Madrid, o ù il n e fut p a s introduit, il d u t imaginer q u e
les courtisans étaient taillés sur le m o d è l e d e Gaston, ou sur l'image
très arbitraire q u ' e n donnait Faret. Et peut-être voulut-il fixer, d ' a p r è s
Faret m a i s en se détournant d e son sillage, l'image idéale n o n d ' u n
courtisan français mais d ' u n héros espagnol, o p p o s a n t a u besoin
leurs traits d e caractère. Il p r e n d au sérieux s a tâche, car il s'agit
d a n s son esprit d e former le j e u n e Baltasar C a r l o s .
Les enthousiasmes et les réticences d e Gracián, a u total son refus
de calquer sur l'exemple du Français le portrait anticipé d e l'héritier
d e la couronne d ' E s p a g n e étaient d'ailleurs fort justifiés. Si p a r maints
côtés G a s t o n était digne d ' ê t r e pris pour m o d è l e , toutefois ses manières d ' ê t r e , d e penser e t d e vivre n ' é t a i e n t guère convaincantes.
A r n a u d d'Andilly, p r é c e p t e u r d e G a s t o n en 1624-1625, écrit sur
lui: «Les d a m e s n ' é t a i e n t p a s moins contentes d e sa civilité, et il
agissait en toutes choses a v e c t a n t d e noblesse et tant d'esprit qu'il
gagnait le coeur d e tout le m o n d e » . C o m m e si un grand seigneur
devait se proposer d e gagner l'estime d e s f e m m e s ! M a d a m e d e
Motteville fait ce portrait en pied d e G a s t o n : «Il était a i m a b l e d e sa
p e r s o n n e . 11 avait le visage b e a u , sa physionomie était agréable, ses
yeux étaient bleus, ses cheveux noirs. A son inquiétude naturelle et
à ses g r i m a c e s , il était aisé d e voir en sa p e r s o n n e sa naissance et
sa grandeur. Il était b o n et d e facile a c c è s . Il avait d e l'esprit et parlait b i e n et raillait a g r é a b l e m e n t . Il avait b e a u c o u p lu, il savait Thistoire parfaitement avec b e a u c o u p d e sciences curieuses. Rien n e
m a n q u a i t à c e prince p o u r la s o c i é t é » . Fort bien, mais q u e valait-il
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12. F a r e t , b o n b o u r g e o i s l e t t r é , avait u n p e u p l u s d ' e x p é r i e n c e d e la Cour
q u e le j é s u i t e a r a g o n a i s G r a c i á n . C h a r g é de p e s a n t e s b e s o g n e s h i s t o r i q u e s (une
t r a d u c t i o n d ' K u t r o p e e n 1621, u n e c h r o n o l o g i e d e s T u r c s en 1623), il s'était fait la
m a i n d a n s l e p o r t r a i t m o r a l et le g e n r e é p i s t o l a i r e avec u n t r a i t é d ' é d u c a t i o n int i t u l é Des vertus
nécessaires
à un Prince
pour bien gouverner
ses sujets
(1623)
et u n Recueil
de lettres nouvelles
des meilleurs
auteurs
de ce temps
(1627). Son
Honneste-Homme
ou l'art de plaire a la Court fut e n 1630 son d e r n i e r o u v r a g e . I l
r e m p o r t a a v e c l u i u n s u c c è s p e u o r d i n a i r e p u i s q u ' o n en c o n n a i t u n e r é é d i t i o n
en 1631, u n e a u t r e e n 1634, u n e t r a d u c t i o n e n e s p a g n o l e n 1634 et s e p t é d i t i o n s
e n t r e 1639 e t 1681. Déjà le 3 a o û t 1626 (Recueil
de lettres nouvelles
des
meilleurs
auteurs
de ce temps,
p a r FARET, P a r i s 1627, I I , p . 100), il écrivait à V a u g e l a s :
«Tout le m o n d e e s p è r e de voir d é s o r m a i s fleurir avec l u i l e siècle d e s h o n n e s t e s gens».
13. El héroe a i n s i q u e El discreto s o n t d é d i q s à P h i l i p p e I V et à son fils p a r
la p l u m e de L a s t a n o s a . Voir é g a l e m e n t q u e l espoir G r a c i á n fonde s u r le j e u n e
p r i n c e d a n s El político
don Fernando,
ed. Correa Calderón, p . 30 a.
14. M é m o i r e s d ' A r n a u d d ' A n d i l l y d a n s la collection M i c h a u d - P o u j o u l a t , p . 448.
M a î t r e et d i s c i p l e s ' e n t r e t e n a i e n t d e l'«histoire d u temps» et des «histoires anciennes» p a r f o i s « j u s q u ' à d e u x h e u r e s a p r è s m i n u i t , q u e l ' o n f e r m o i t les p o r t e s du
Louvre».
15. T o u t le c o n t r a i r e d u «sosiego» e s p a g n o l .
16. M é m o i r e s de M a d a m e de Motteville. Collection M i c h e u d - P o u j o u l a t , X , 2 s é r i e
p . 118 e t sq.
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CONTRE
FARET
p a r lui m ê m e ? U n autre térmoignage renchérit encore sur les d o n s
d e nature et sur la politesse d u P r i n c e : «Il faisait venir u n e fois ou
d e u x la s e m a i n e quelques-uns d e ses principaux officiers et gentilsh o m m e s d a n s son cabinet ou l'on mettait sur l e ' t a p i s q u e l q u e q u e s tion morale ou politique dont chacun devait dire son avis à r a s s e m blée suivante, et c'était là q u e son Altesse faisait paraître la gentillesse
d e son esprit. Il n ' y en avait a u c u n q u e sût mieux résoudre le prob l è m e ni qui fut plus assuré d e p r e n d r e le b o n parti... Son Altesse était
fort curieux d e tableaux des meilleurs maîtres, c o m m e aussi d e s
Antiques et autres raretés d o n t il avait fait u n b e a u cabinet, et
s'appliquait particulièrement à la médaille à quoi il réussaissait, comm e il fit ensuite à la recherche des s i m p l e s » .
Voilà qui est plus louable. N e retrouve-t-on p a s d a n s ce passage
les manières et les manies d e d o n Vicencio Lastanosa, botaniste,
numismate, collectionneur d ' A n t i q u e s et d e t a b l e a u x m o d e r n e s ? V e n u
à H u e s c a pour voir les p l a t e s - b a n d e s du jardinier Esquillot , G a s t o n
dut laisser d e son passage d a n s la petite ville d e province un souvenir
impérissable chez son hôte et ses amis et le désir d e l'imiter.
D e fait, q u e Gracián l'ait c o n n u ou non, il le d o n n e en e x e m p l e à
d e u x r e p r i s e s . Et il p e n s e s a n s d o u t e encore à lui lorsqu'il juge d e
la noblesse f r a n ç a i s e : «En Francia está tan valido el aliño q u e
llega a ser bizarría, digo en la nobleza. Estímanse las artes, venér a n s e las letras. L a galantería, la cortesía, la discreción, t o d o está
e n s u p u n t o . Précianse los m á s nobles d e m á s noticiosos y d e leidos
q u e n o h a y cosa que cultive los h o m b r e s como el s a b e r » . Mais
G r a c i á n a vu aussi le revers d e la m é d a i l l e : «Tienen (los franceses)
g r a n d e s virtudes... y tan g r a n d e s vicios q u e n o se p u e d e fácilmente
averiguar cuál sea el r e y » . Non, u n «honnête h o m m e » n'est pas
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17. Mémoires
de feu Mr le Duc d'Orléans,
contenant
ce qui s'est passé
en
France de plus considérable,
avec un journal
de sa vie, A m s t e r d a m , 1681. N o u s
a v o n s u n i f o r m i s é la g r a p h i e de ces c i t a t i o n s .
18. L e séjour d e G a s t o n à H u e s c a n ' e s t p a s m e n t i o n n é p a r ses b i o g r a p h e s .
M a i s il e s t a t t e s t é p a r L a s t a n o s a e n 1639. On en c o n n a i t la d u r é e : u n m o i s et
d e m i ; m a i s il e s t difficile d ' e n p r é c i s e r la d a t e . L e d é t a i l c o n c e r n a n t le j a r d i n i e r
Esquillot, que Lastanosa voudrait remplacer par u n jardinier désigné par Gaston,
s e m b l e faire r e m o n t e r cette visite à l a m o r t d u v i e u x s e r v i t e u r , v e r s 1632-1633.
19. Criticón I , 370 s q . « D a r í a m o s a c o m e r a l g u n a s Hojas del árbol de M i n e r v a
q u e se h a l l a m u y e s t i m a d o e n los j a r d i n e s d e l culto y e r u d i t o d u q u e d e Orléans».
Ibidem,
crisis V I de l a seconde p a r t i e : «¿Cuyo es t a n e r u d i t o m u s e o ? Si estuv i é r a m o s e n . . . P a r i s , d e l e r u d i t o D u q u e d e Orleans».
20: On sait q u e les E s p a g n o l s d é t e s t a i e n t n o s p e t i t e s g e n s , c o l p o r t e u r s , r é m o u l e u r s et a u t r e s a r t i s a n s , en g é n é r a l «de m a u v a i s e s p r i t » , q u i m e t t a i e n t e n échec
n o t r e n o b l e s s e . Celle-ci, par c o n t r e , p a s s a i t à l e u r s y e u x p o u r la p l u s belle du
m o n d e , m o d è l e d e t o u t e s les v e r t u s c h e v a l e r e s q u e s , m a i s elle était c h â t i é e justem e n t p a r D i e u , n o n p o i n t p o u r s e s m o e u r s , m a i s p o u r son g o û t d e l ' h é r é s i e et
sa propension à l'impiété.
21. Discreto
X V I I I , «De la c u l t u r a y aliño». E d . Correa Calderón, 336 b .
22.
Criticón,
I I , crisis V I I I .
11
CH.
V.
AUBRUN
digne d ' ê t r e imité. L'indifférence d e s Français à la véritable vertu
et la médiocrité d e leur ambition heurtent sûrement sa grande â m e .
Car «Monsieur le d u c d ' O r l é a n s avoit à l'exception d u courage
tout ce qui étoit nécessaire à u n h o n n ê t e h o m m e , mais c o m m e i t
n'avoit rien, s a n s exception, d e tout ce qui p e u t distinguer u n grandi
h o m m e , il n e trouvoit rien en lui-mesme qui p e u s t ni s u p p l é e r n i
m e s m e soubstenir sa foiblesse. C o m m e elle régnoit d a n s s o n coeur
par la frayeur et d a n s son esprit p a r l'irrésolution, elle salit tout le
corps d e sa vie. Il entra d a n s toutes les affaires p a r c e qu'il n'avoit;
p a s la force d e résister à ceux qui l'entraisnoient pour leur i n t e r e s t ;
il n ' e n sortit j a m a i s q u ' a v e c h o n t e p a r c e qu'il n'avoit p a s le courage d e
les soubstenir. C e s t o m b r a g e amortit d è s sai jaunesse en lui l e s
couleurs m e s m e les plus vives et les plus gaies, qui debvoient briller
naturellement d a n s u n esprit b e a u et éclairé, d a n s u n enjouement;
aimable, d a n s u n e intention très b o n n e , d a n s u n désintéressement
complet et d a n s u n e facilité d e m o e u r s incroyable». T e l était le portrait q u ' a v a i t brossé de lui ce fin connaisseur, le cardinal d e R e t z .
Mais il est u n autre aspect d u p e r s o n n a g e q u e Gracián n e pouvait;
certes priser. P a s s e encore q u e «le p l u s grand plaisir d e Monsieur (fût)
la diversité des femmes». Mais «il semblait q u e Monsieur affectait d e
passer pour galant plutôt q u e pour pieux et t e m p é r é c o m m e s o n
frère le Roi».
G a s t o n d'Orléans était d e la p â t e c o m m u n e d o n t un p r é c e p t e u r
peut a v e c q u e l q u e application faire u n h o n n ê t e h o m m e . Médiocre
sans d o u t e , affligé de très graves défauts» m ê m e lâche, intrigant»
c a p a b l e d e v e n d r e p a r rancoeur son a p p u i à l'ennemi et d e trahir
la cause d e s siens, il avait acquis n é a n m o i n s par la culture et la
politesse, par le c o m m e r c e et par le respect d'autrui, le d o n p r é cieux d e se faire supporter en société, plus encore, d e se r e n d r e
aimable a u x d a m e s et estimable a u x esprits éclairés. Faret, en écrivant s o n t r a i t é , n e se propose point d e refaire l'oeuvre d e Dieu.
Il p r e n d c e t ' h o m m e tel qu'il est, il t e n t e d e lui enseigner à dissimuler
ses vices et à faire étalage d e ses qualités. Quoi d e p l u s normal q u ' u n e
société polie cherche à réduire ses héros et ses vilains, véritables
monstres d e la Nature, à u n gabarit normal et à d e s moeurs médiocres. Elle sait d ' a v a n c e q u e j a m a i s elle n e parviendra à supprimer ni
la sublime vertu ni le vice abject, m a i s elle invite les â m e s anormales à se couvrir p o u d i q u e m e n t d ' u n voile qui atténue l'éblouissant
et insupportable éclat d e la V e r t u o u d ' u n fard qui dissimule a u x
yeux sensibles la déplaisante noirceur d u V i c e .
G r a c i á n n e m a n q u a p a s d e c o m p a r e r le Prince qu'il avait peutêtre rencontré a u qu'il connaissait a u moins p a r ouï-dire avec le portrait
23
25
23.
24.
25.
XVIIe
12
M é m o i r e s d u Cardinal d e Retz, Coll. M i c h a u d - P o u j o u l a t , I , 95.
Mémoires
de Gaston d'Orléans,
p. 77.
Ed. M a g e n d i e . Voir é g a l e m e n t N . M. B e r n a r d i n , Hommes
et moeurs
sieècle. Un moraliste
méconnu,
Nicolas
Faret, P a r i s , 1900.
au,
GRACIÂN
CONTRE
FARET
26
idéal proposé par F a r e t . Il n e voit peut-être p a s q u e Faret t e n t e d e
réduire à u n idéal bourgeois u n e noblesse d e Cour qui n ' a cure d e
c e s vaines tentatives, et qu'il n e faut point confondre la noblesse
française avec la m e s q u i n e image q u e s'en fait ou aimerait s'en
faire c e clerc p a r v e n u . D ' a u t r e part, il sait q u e les G r a n d s d ' E s p a g n e n e valent p a s plus cher q u e les Princes d e F r a n c e , à l'exception toutefois d ' u n trait, qui p e r m e t tout espoir: ils ont gardé intact leur foi et leur piété. L e moraliste espagnol p e n s e d o n c qu'il
est possible d e fonder sur leur respect d e Dieu u n e doctrine morale
pratique, qui fasse la part nécessaire à la corruption d o n t le m o n d e
p a r s a définition m ê m e est le siège. F a u t e d e pouvoir convertir les
h o m m e s d e Cour e n saints, d u m o i n s s'efforcera-t-il d ' e n faire d e s
héros, d'orienter leur vicieuse énergie vers l'idéal héroïque, sans d o u t e
ridicule, d u moins relativement innocent. Car Gracián a compris q u e
le m o d è l e p r o p o s é plus d ' u n siècle a u p a r a v a n t p a r Castiglione n'avait
plus c o u r s : il a compris qu'il y avait m ê m e péril à laisser propager en
E s p a g n e la désinvolture italienne, le libertinage spirituel français o u le
pharisaïsme d e s bourgeois d e partout.
T r a d u i s a n t les aspirations d ' u n e petite noblesse éclairée d e province, il retient d e Faret tout ce qui s ' o p p o s e à la tradition d u «cortegiano» ou d u «gentilhomme», mais il refuse d e le suivre q u a n d ,
p o u r imposer les belles m a n i è r e s et le respect d'autrui, il imagine
d e m a t e r la «virtù», source d e la valeur, source d e l'héroïsme.
E n France, l ' é c h e c d e la noblesse d e r o b e , d e la bourgeoisie et
d e leur jansénisme, cette forme nationale du puritanisme, a m è n e ront d'ailleurs les courtisans a d o n n e r d e l'honnête h o m m e u n e définition moins médiocre q u e celle d e Faret et à honorer derechef
les valeurs individuelles a u sein d u moins d ' u n e élite aristocratique.
Alors, L a Rochefoucauld, M a d a m e d e S a b l é , le Chevalier d e Méré,
Saint-Evremond et Fénelon découvriront Gracián (traduit e n 1684)
et approuveront sa leçon d ' h é r o ï s m e . Un choix révélateur va guider
leur esprit. Fidèles a u x m o e u r s ancestrales, ils refusent p a r contre
la m â l e et misogyne a p r e t é d e l ' E s p a g n o l
et u n orgueil qui n ' a
point d e place d a n s les ruelles ou les salons, des g r a n d e s d a m e s .
P a r d e u x fois, à c i n q u a n t e a n n é e s d e distance, d e u x formes d e
civilisation ont ainsi fait é c h a n g e d e ce q u ' e l l e s avaient d e meilleur
et, a u lieu d e s e fondre, d e s'assimiler, ont exalté à c e contact leurs
plus h a u t e s différences.
27
28
26. GRACIÁN n e cite n u l l e p a r t FARET, insignifiant p e r s o n n a g e , n i s o n t o u t petit
t r a i t é , q u i n e d é p a s s a i t g u è r e u n e c e n t a i n e de p a g e s .
27. FARET faisait p a r t i e d u s a l o n q u e R i c h e l i e u officialisa e n 1636 s o u s le n o m
d ' A c a d é m i e f r a n ç a i s e ; il p a r t i c i p a m ê m e à la r é d a c t i o n d e s s t a t u t s . (M. PELLISSON,
Histoire
de l'Académie
française,
P a r i s 1701).
28. FARET fait g r a n d c a s d e s d a m e s p o u r l a c o n v e r s a t i o n d e s q u e l l e s l ' h o n n ê t e
h o m m e doit s e m e t t r e en frais. I n u t i l e de dire q u e p o u r G r a c i á n , la f e m m e est
u n p i è g e t e n d u a u x h o m m e s p a r le D é m o n . E l l e n ' i n t e r v i e n t j a m a i s d a n s u n
c o m m e r c e s a v a n t ou l e t t r é , l e q u e l n e s a u r a i t profiter q u ' a u x h o m m e s .
13
CH.
V.
*
AUBRUN
*
*
P r o c é d o n s maintenant à la confrontation d e Faret et d e Gracián
et à celle d e leurs idéauxF a r e t intitule son ouvrage L ' H a n n e s t e - H o m m e ou Vart de plaire à
la Court. Gracián n ' a q u e faire d e cette «honnêteté». D è s 1637, il
o p p o s e à cette vertu bourgeoise l'héroïsme, bien qu'il soit d é s u e t ; e n
1640, il a recours à la notion d e «político», l ' h o m m e - e n - s o c i é t é ; e n
1647, il se r a p p r o c h e d e l'idéal français a v e c s o n «discreto»; mais en
définitive il fait m a c h i n e arrière a v e c son «criticón», sorte d'aristocrate d e la Raison, d e noble m a n d a r i n d é s a b u s é qui joue à réussir et,
gagnant, méprise t r o p sa victoire et le m o n d e p o u r continuer à vivre
et à agir. E n dépit d u traducteur H a m e l o t d e la Houssaie, u n héros
sans conviction n'est pas, n e p e u t p a s être u n «homme d e cour».
Gracián n e s'adressait q u e p a r l'imagination a u noble p u b l i c d e Madrid. Aussi l'art de plaire, titre d e Faret se hausse chez lui j u s q u ' à
devenir u n e philosophie d u j u g e m e n t : juyziosa
cortesana
filosofía
(Criticón, titre d e la d e u x i è m e partie, 1653).
Faret dressait d ' a b o r d un t a b l e a u allégorique d e la Cour, centre
d e tout pouvoir, d e toute grandeur, d e toute richesse, où se joue le
sort des h o m m e s , o ù tournent les astres autour d u roi-soleil qui «leur
distribue c o m m e d e certains r a y o n s d e sa magnificence». «Belle confusion», ajoute-t-il, «grande confusion d e personnes qui aspirent tour
tes à u n e m ê m e chose qui est la faveur d u m a î t r e » .
Gracián r e p r e n d l'image en l'allégorisant: «esfera d e l sol católico,
c o r o n a d o d e p r e n d a s en rayos y d e blasones en luces». (Car le roi
vaut p o u r ses p r o p e s vertus, «prendas en r a y o s » . P a r la b o u c h e
d e Critilo, il qualifie la Cour d e «babilonia d e confusiones» . Faret
parle-t-il des «tumultes dont les g r a n d e s Cours c o m m e d e g r a n d e s
m e r s sont agitées»? Gracián y voit u n «golfo c o r t e s a n o » u n «golfo
d e Circes» où le navigateur a b i e n besoin d ' u n e boussole, «aguja d e
marear». « S a b e d q u e el peligroso m a r es la Corte con la Scila d e sus
e n g a ñ o s y la Caribdis d e sus mentiras» «Este es el t r o n o del m a n d o
d o n d e todos revientan por subir, y así llegan reventados, unos a s e r
primeros, otros a ser s e g u n d o s y ninguno a ser postrero. » .
L e parallélisme est évident, mais l'accent n'est plus d u tout le
m ê m e . Il a l'âpreté d ' u n sermon implacable aux p é c h e u r s .
L e lucide Faret constate la p r é s e n c e à la Cour d e l'Envie, d e l'Avarice et d e l'Ambition. C e s «furies» «sèment la h a i n e et la discorde...,
29
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29. On se r e p o r t e r a t o u j o u r s à l'édition M a g e n d i e . I c i , p . 8 et sq.
30. Criticón, I , crisis X I et I I , Voir é g a l e m e n t El héroe. I , p . 5 a. E d .
Calderón.
31. Criticón,
I I , crisis X I .
32. T i t r e de l a crisis X I I .
33. Criticón, I , X I , 346.
14
Correa.
GRACIAN
CONTRE
FARET
ourdissent d e s trahisons d e t o u t e s p a r t s et font germer d e s s e m e n c e s
d e bassesse et d e laseheté. » Elles «inspirent tant d e desseins ruineux
qui a r m e n t tant d ' h o m m e s les u n s contre les autres. » Le visionnaire
Gracián, suivant u n e p e n t e naturelle d e s o n génie, file la m é t a p h o r e
j u s q u ' à l'allégorie et m ê m e la p a r a b o l e : «La discordia q u e venía nodel infierno, como algunos pensaron, ni d e los p a b e l l o n e s militares,
como otros creyeron, sino d e casa d e la hipócrita A m b i c i ó n . »
«Todo es a r m a y t o d o guerra, d e suerte q u e la vida del h o m b r e n o
es otra q u e u n a milicia s o b r e el h a z d e la tierra. » .
Sant d o u t e l'Aragonais développe-t-il, selon les meilleures recettes rhétoriques d e s sermonaires, le c a n e v a s d ' i d é e s abstraites q u e lui
fournit le Français- Sans doute son imagination visuelle et s o n s e n s
d ' u n e écriture efficace animent-elles les froides entités et les réalisent-elles pour ainsi dire d a n s la conscience d u lecteur. Mais, surtout,
les p l a n s sont différents. P o u r Gracián, l ' h o m m e d e cour n ' e s t q u e
l'exemple privilégié e n t r e tous d e l ' h o m m e e n général. L ' a p p a r e n t e
félicité d e ce favori d e F o r t u n e sert à m i e u x prouver la. vanité d u
m o n d e , d e la v i e , d e la gloire. Il n ' a , d a n s la doctrine d u jésuite,
(dans la théorie m ê m e d u d é s a b u s e m e n t ) a u c u n e trace d e pessimisme
et encore moins d e nihilisme. L ' h o m m e , selon lui, est c o n d a m n é à
mener u n c o m b a t s a n s issue, sans justification intrinsèque, s a n s p r o fit véritable. Il n'est point question d e l'en détourner, bien au contraire. Dieu a voulu ce châtiment d e la faute originelle. Aussi le
croyant doit-il vouloir le succès, la r e n o m m é e , l'éclat d e son n o m et
la gloire d e sa maison. A u jour où il r e n d r a ses c o m p t e s aù Seigneur,
il d é p o s e r a ainsi à ses p i e d s u n t r o p h é e p l u s somptueux, u n e offrand e plus magnifique. Gracián n ' e û t point entrepris d ' a p p r e n d r e aux
h o m m e s à réussir s'il n ' e û t été convaincu d e la g r a n d e u r intrins è q u e d e l'action, p o u r illusoire qu'elle soit en t e r m e s d'éternité.
Sa morale d e d é s a b u s e m e n t s u p p o s e , exige m ê m e q u e l ' h o m m e
s ' a b u s e . Il voudrait, p a r a d o x e sans e x e m p l e , q u e la lucidité d u héros
c o n v a n c u d e la Vanité d e son acte concourût à sa réussite. E n s o m m e ,
le m é p r i s intra-moindain du m o n d e non seulement n'est p a s incompatible avec le d é p l o i e m e n t d e s qualités sociales ou intellectuelles
d ' u n h o m m e , mais il doit e n c o r e l'inciter à les faire fleurir et fructifier.
C'est l'originalité d e la C o m p a g n i e d e Jésus q u e d e faire u n mérite
spirituel d e la vaine-gloire elle m ê m e . L ' h o m m e le plus courageux se
doit d e se désabuser. Inversement, l ' h o m m e le plus d é s a b u s é s e doit
d e réussir. D a n s le sentiment plus profond d u n é a n t , on puise u n courage plus grand pour e n t r e p r e n d r e , persévérer et triompher.
34
35
Faret mettait sa p a u v r e sagesse a u service d e la Cour. Gracián
exalte la p a ï e n n e «Virtù», fondée sur le p a ï e n n e Raison. Car. a u jour
34.
Ibid.,
35.
Criticón,
I, VII.
I,
I I I , 138.
15
CH.
V.
AUBRUN
d u jugement, elle p e u t se m u e r soudain, si l ' h o m m e le veut, et prend r e son a s p e c t éternel d e V e r t u chrétienne fondée sur la Foi. Aussi
bien, alors q u e le Français voit d a n la Fortune u n e déesse malicieuse
e t légère, Gracián y voit un m o y e n d u d é s a b u s e m e n t , l'instrument (ou
l'avatar) d e la Providence d i v i n e : «Mi s e ñ o r a la Fortuna»,
O n sent bien encore le profond différend entre les d e u x moralistes q u a n d ils traitent d e la perfection. Selon Faret, c'est le comble
d e s qualités sociales d u courtisan atteignant à u n parfait équilibre.
« P o u r faire u n honneste h o m m e a c o m p l y , il faut qu'il y ait tant
d ' é m i n e n t e s p e r f e c t i o n s » . Selon Gracián, la perfection d ' u n homm e , essentiellement instable est toujours remise en question. A u sein
d u héros —cet h o m m e qui n e p e u t être q u e singulier, exceptionnel—,
se heurtent d e s qualités e x t r ê m e s et contradictoires. « Q u e singular te
deseo», écrit Gracian d a n s l'Avis préliminaire d e El héroe. «Grandes
p r e n d a s se d e s e a n p a r a u n gran t o d o y g r a n d e s p a r t e s p a r a l a máquina d e un héroe». N u a n c e i m p o r t a n t e . Ainsi la partie c o m m a n d e
le tout, la qualité organise, réalise le héros. Et c o m m e tout le contexte le d é m o n t r e dialectiquement le tout c o m m a n d e la partie e t c'est
le h é r o s qui d o n n e d e la qualité à l ' a c t e . A u contraire, l ' h o n n ê t e
h o m m e , tel qu'il était défini p a r Faret, n'était q u e le lieu d e rencontre
d e perfections existant e n d e h o r s d e lui-même et qui s'entassaient
pour ainsi dire en sa p e r s o n n e .
36
Gracián, fils d'infançon, et Faret, d e m o d e s t e origine, s'accordent
à d o n n e r à la lignée u n e vertu relative. Le s a n g incline l ' â m e
à la n o b l e s s e ; m a i s les gens d u c o m m u n , qui n ' o n t point cet avantage et à qui il e n coûte b e a u c o u p d'efforts , p e u v e n t p o u r t a n t a c céder à cette qualité. C'est ainsi q u e Gracián répartit en trois classes
l e s h o m m e s p r o p e s à devenir d e s h é r o s : (dos h o m b r e s d e m u c h a
naturaleza, los d e b u e n a sangre, los d e ilustres casas». Car, disait
Faret, «il s ' e n rencontre qui, p a r u n e secrète faveur d u ciel, ont le
b o n h e u r d e naistre a c c o m p a g n é s d e tant d e dons d e l ' â m e et du c i e l » .
Oui, r e p r e n d l'Espagnol, «de las prendas u n a s las da el cielo... son
hijas del favor». C'était u n e façon p o u r n o s d e u x petites g e n s d e se
classer parmi les h o m m e s naturellement d o u é s , d e se d o n n e r des
g a n t s «ambrés».
37
38
L e s chétives paroles d e Faret trouvent toujours u n e géniale transcription sous la p l u m e d e Gracián. Alors q u e le premier écrit: L e s
g e n s d e p e u «ne p e n s e n t p a s estre obligez d e passer plus avant q u e
c e u x d e qui ils sont sortis», le s e c o n d transpose sensoriellement:
«Con o c e los v a r o n e s principales y los nobles n o en el olor material d e l
á m b a r sino e n el d e sus p r e n d a s y excelentes hechos, obligados a
36.
37.
38.
16
op. cit., p . 102.
Criticón,
passim.
Se r e p o r t e r à l ' i n d e x de R o m e r a N a v a r r o .
Cf. I I ; «Il se coule avec la s a n g d e c e r t a i n e s s e m e n c e s d e b i e n e t de m a l » .
GRACIAN
CONTRE
FARET
39
e c h a r mejor olor d e sí q u e los p l e b e y o s » Faret p o u r s u i t : «Il semb l e d o n c q u e c o m m e la b o n n e naissance n e suffit p a s si elle n'est
h e u r e u s e , n y l ' u n e ny l'autre n e profiteront guères si elles n e sont soign e u s e m e n t cultivées». Toutefois, grâce aux p r é c e p t e s d u moraliste, «ces
a y d e s étrangères», l ' h o m m e «s'eslève a u comble d e la
perfection» .
G r a c i á n transpose en son énergique l a n g a g e : «Sin ti [el aliño, la
c u l t u r e ] , las m a y o r e s a c c i o n e s s e malogran y los mejores trabajos se
deslucen». «Sacar un varón m á x i m o , esto es mi logro d e perfecc i ó n » . C o m m e d a n s les vers parallèles, m ê m e c o u p e , m ê m e r y t h m e ,
m ê m e t h è m e , et tous les m o t s diffèrent sauf le dernier sur qui ret o m b e le poids d e la p e n s é e .
40
41
* * *
Coster a consacré q u e l q u e s p a g e s aux rapports entre la doctrine
d e Faret sur la grâce naturelle (qui devint le «je n e sais quoi» d e nos
moralistes d a n s la s e c o n d e moitié d u siècle) et celle d e Gracián sur
l e s trois excellentes («primores») d u h é r o s : «gracia d e las gentes»,
«gracia del despejo» et «toda p r e n d a sin afectación». D e fait, l'Aragonais entreprend u n e amplification rhétorique du texte Français.
C h a c u n des détails est repris, divisé, aiguisé, disjoint, affiné, distillé
j u s q u ' à la q u i n t e s s e n c e . C e p e n d a n t la p e n s é e fait u n progrès. Pour
F a r e t , le fin d u fin, c'est «certaine négligence qui cache l'artifice et
tesmoigne q u e l'on n e fait rien q u e c o m m e s a n s y p e n s e r » . Mais le
h é r o s d e Gracián «con u n generoso descuido
despierta
la
atención
común y, siendo él ciego p a r a sus p r e n d a s , h a c e A r g o s a los d e m á s . »
L e «comme sans y penser», m a s q u e hypocrite d u gentilhomme français, fait place à l'attitude vraiment s p o n t a n é e du héros, aveugle à
ses p r o p e s qualités. Bien sûr, c'est là encore u n m a s q u e , m a i s p o r t é
e n toute candeur puisque, pour le jésuite aragonais, il est impossible
e n c e m o n d e d e n e point porter d e m a s q u e .
42
43
41
A u d e m e u r a n t , n o s d e u x moralistes reviennent l'un a p r è s l'autre
s u r cette subtilité si difficile à pratiquer. E n dernier ressort, disent39.
Criticón,
I , I X , p. 277.
P. 12.
4 1 . Discreto,
XVII.
4 2 . La r a p i d e é t u d e d e COSTER o m e t m a i n t s d é t a i l s . A i n s i : la b e a u t é d e l'act i o n q u i «s'estend u n i v e r s e l l e m e n t » d o n n e n a i s s a n c e à l ' e x p r e s s i o n r é c u r r e n t e de
G r a c i á n : agracia u n i v e r s a l » . «Petit r a y o n de divinité» d e v i e n t «Si n o r a y o , visl u m b r e de divinidad». «Ce p o i n t . . . e s t a u d e s s u s d e s p r é c e p t e s d e l'Art» a b o u t i t
à «Nunca se h a s u j e t a d o a p r e c e p t o s u p e r i o r » .
43.
P. 20.
4 4 . G r a c i á n (Héroe,
X V I I I et Oráculo manual,
C X X I I I ) s'accorde avec FARET
( p . , 20) p o u r m o n t r e r q u ' i l n e f a u t p o i n t t r o p affecter l ' i n n o c e n c e . «La n é g l i g e n c e
affectée... vice encore p l u s g r a n d q u e le t r o p de soins». «Ni p o r h u i r d e l a afect a c i ó n s e h a de d a r e n ella a f e c t a n d o el n o afectar».
40.
CH.
V.
AUBRUN
ils, «Cette malheureuse
et i m p o r t u n e affectation» est à c o n d a m n e r .
«Y t o d o lo natural fué siempre más grato q u e lo artificial». Il n ' e s t
rien d e tel q u ' u n e «agréable simplicité».
«Floreció e n el siglo d e o r o
la llaneza» .
45
* * *
C'est sur le chapitre d e la vertu et d e la religion q u e ressemblances
et divergences s'accusent entre les d e u x p e n s é e s . Gracián, qui
m e t d é l i b é r é m e n t ses p a s d a n s ceux d e Faret, a tout l'air d e protester c o m m e s'il voulait m a r q u e r q u e , si la voie suivie est la m ê m e ,
elle n ' e n d é b o u c h e p a s moins sur d e s horizons différents et q u e leur
c o m m u n e doctrine chrétienne aboutit à d e s morales sociales radicalement opposées.
N e soyons p a s surpris si le bourgeois p a r v e n u Faret r e g a r d e avec
horreur les m o e u r s d é p r a v é e s et l'irréligion d e s grands du r o y a u m e
d e F r a n c e . Voici venir le t e m p s d u puritanisme et d u j a n s é n i s m e .
C'est u n e loi bien c o n n u e q u e le n o u v e a u riche, celui d ' h i e r et celui
d ' a u j o u r d ' h u i , essaie d e faire p a r d o n n e r s a c h a n c e et son habileté e n
renchérissant d e dévotion et d e conformisme a v e c les classes s u p é rieurs et qu'il se m o n t r e particulièrement sévère à l'égard d e s m e m b r e s o u d e s minorités d e s élites traditionnelles qui font b o n m a r c h é
d e la m o r a l e et d e la religion. O r Faret avait affaire à forte p a r t i e .
G a s t o n d ' O r l é a n s , o n l'a vu plus haut, «affectait d e passer p o u r galant
plutôt q u e pour pieux et t e m p é r é c o m m e son frère le R o i » . D e
Monsieur d ' A n g o u l ê m e , T a l l e m a n t d e s R é a u x , protestant, fils d e
banquier, écrit d a n s ses Historiettes
qu'il eût été u n parfait gentilhomme «s'il eût p u se défaire d e l ' h u m e u r d ' e s c r o c q u e Dieu lui
avait d o n n é » . Charles Sorel, d a n s ses «Lois d e la galanterie» (1644) .
s e m o n t r e tout indigné, c o m m e le serait un boutiquier, contre c e u x
qui ont c o u t u m e « d ' e m p r u n t e r d e tous côtés et d ' a p p u y e r leur crédit p a r t o u s les artifices imaginables». «C'est u n e m a r q u e d e noblesse,
ajoute-t-il caustiquement, d ' e n faire ainsi. » Selon Louis d e Pontis,
n o m b r e u x étaient les soldats «qui faisaient vanité d e n'avoir p a s d e
religion, c o m m e si leur impiété devait passer pour u n e m a r q u e d e
c o u r a g e . » Et d e raconter q u ' a u siège d e L a Rochelle e n 1628, u n
officier, a y a n t i n v o q u é le n o m d e Dieu, ses c a m a r a d e s , «peu a c c o u t u m é s à u n tel langage se mirent a l'insulter et a se railler d e lui»
c o m m e d ' u n h o m m e qui témoignait assez par cette p a r o l e qu'il avait
46
47
48
45.
46.
47.
48.
FARET, p . 22 et Oráculo manual,
CCXIX et CXXIII.
Mémoires
de feu Mr le Duc d'Orléans,
A m s t e r d a m , I , 681, p . 77.
I , p . 241, et sq d e l ' é d i t i o n d e P a r i s , 1853.
D a n s Nouveau recueil des pièces les plus agréables de ce temps, P a r i s , 1644.
GRACIAN
CONTRE
FARET
peur». Nos libertins pensaient s a n s d o u t e qu'ils n ' é t a i e n t p a s là p o u r
faire surenchère d e piété avec les m a r c h a n d s d e la cité h u g u e n o t e .
Notre lecteur imagine la p u d e u r outragée et u n tantinet cafarde
d ' u n Faret devant d e telles impertinences, d e v a n t u n e désinvolture aussi primesautière sur u n tel terrain.
Faret fait d o n c d e la vertu le guide d e l'esprit- « C o m m e la lumière
d u soleil, [elle] r e n d plus b e a u x et plus éclatants t o u s les objets à qui
elle se c o m m u n i q u e » . T o u t b e a u , réplique G r a c i á n : «La, virtud e s
el sol del mundo, menor» .
Et d e s ' é t e n d r e a m p l e m e n t sur «esta c o rona d e perfecciones, el a l m a del alma, la vida d e l a vida», bref, s e lon le contexte, le plus bel o r n e m e n t d e notre v a n i t é . O n s e d o u t e
q u e Faret, d é v o t sans spiritualité, était incapable d e concevoir u n e
s p h è r e supérieure, où la V e r t u n ' a v a i t point à se réaliser d a n s les
m o e u r s . R e p r e n o n s l'expression d e Bergson: p o u r lui, la m o r a l e e t
la religion n ' o n t q u ' u n e s o u r c e ; la société.
La conjoncture espagnole en 1650 n'offrait p a s d e f o n d e m e n t s
à u n moralisme puritan o u janséniste. Aussi, le jésuite espagnol, qui
n e veut s ' o c c u p e r q u e d u m o n d e , n e r e m e t p a s en question, p o u r
autant, les rapports d e la Divinité et d e l ' h o m m e . P o u r lui, V e r t u
et Religion sont d'origine divine. La vertu d a n s les moeurs et la société n ' e n sont q u e d e pâles transcriptions a c c o m m o d é e s à n o t r e
faiblesse et à nos vices d e Nature, en cette sphère mineure, l e mond e , où il nous est d o n n é d e v i v r e . Certes, il y a, p o u r lui, d e s corr e s p o n d a n c e s entres les u n e s et les autres. C'est ainsi q u ' A n d r e n i o
finit sa «navigation» ici-bas précisément à R o m e , cette ville d e C é s a r
qui p a r u n secret dessein d e Dieu, est la m ê m e q u e la ville d e saint
Pierre. Et m ê m e au cours d e la vie, l ' h o m m e é c h a p p e aux caprices
d e Fortune c h a q u e fois qu'il abolit, a u sein d e l'action, ses vaines
illusions, et son orgueil. L'«engaño» est d o n c nécessaire au «desengaño», et l'abaissement d u coeur ou d e l'esprit à l'exaltation d e
l ' â m e . «Ande la r u e d a y d e s e n g á ñ e s e todo el m u n d o , q u e n a d a perm a n e c e sino la virtud». C'est cette V e r t u absolue, divine, qui couronn e définitivement le p é c h e u r repenti le jour d e sa mort.
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52
L e souci d e V e r t u d e m e u r e d o n c sous-jacent au plus fort d e n o s
erreurs et d e n o s d é b o r d e m e n t s . Faret s'attachait à la pratique d e s
m e n u e s vertus et se lamentait d e son p e u d ' a u d i e n c e . Gracián, q u i
sait mieux, n e souhaite, n e p e u t souhaiter q u e la p e r m a n e n c e discrète
d e la Vertu a u fond d e notre â m e , tout au long d ' u n e vie n o r m a l e ment et légitimement t e n d u e ver le succès et ses l e u r r e s . «Es tan
53
49.
50.
51.
52.
Héroe,
53.
P . 23.
Oráculo manual,
CCC.
Criticón,
passim.
«Es la v i r t u d hija de la luz auxiliante,
y así con herencia
X X . L a virtù» est u n reflet de la V e r t u .
Crticón,
passim.
de
esplendor»..
19
CH.
V.
AUBRUN
imposible el cessar los males, el a c a b a r s e los escándalos en el m u n d o mientras a y a h o m b r e s , como el p a r a r los r í o s » . Là reside son
p r o f o n d optimisme- L a saveur a m è r e d u n é a n t doit a c c o m p a g n e r
le h é r o s d a n s ses plus hautes victoires, et il doit y trouver u n e raison
d e plus pour m e n e r son glorieux et vain c o m b a t ici-bas. Car, sans
cette saveur d e d é s a b u s e m e n t , d ' a u t a n t plus a m è r e q u e sa gloire est
g r a n d e , il n'aurait p a s d e mérite à gagner le ciel, il ne le gagnerait
point.
La Rochefoucauld, s'inspirant, croit-il, d e Gracián, déclare q u e
l'hypocrisie est u n h o m m a g e q u e le vice r e n d à la vertu. C'est u n
gros faux-sens. Gracián soutient q u e l'hypocrisie, p a r son existenc e m ê m e , a p p o r t e la p r e u v e d e l ' i m m a n e n c e d e la V e r t u à travers
tous les vices. 11 est b o n q u e l ' h o m m e la cultive à fin q u e n e m e u r e
j a m a i s cette fleur d e la lucidité a u sein m ê m e d e sa d é b a u c h e . E t
c'est objectivement, sans du tout se morfondre, qu'il c o n s t a t e : «Tod o s querrían p a r e c e r tenerla [la v i r t u d ] ; p o c o s d e v e r d a d la procuran».
Aussi bien, les moralistes français m e t t e n sur le c o m p t e d u libertinage spirituel la dépravation d e s m o e u r s d a n s les couches s u p é rieures d e la société. Explication p o l é m i q u e et sans b a s e . L a dissolution et la d é b a u c h e s'étalent s a n s p u d e u r à la Cour d e Madrid
et à Seville sous le r è g n e d e Philippe I V . O r les moralistes espagnols n ' e n sauraient rejeter la faute sur l'athéisme, totalement inconn u d a n s la Péninsule. L e mal est si profond que l'indignation n'est
m ê m e plus d e mise outre-Pyrénées. O n c o m p o s e a v e c l u i ; on n'exige
point u n e conversion impossible d e s m o e u r s . O n a u r a assez fait si
les maris complaisants, les f e m m e s légères, les picaros, canailles
e t les nobles pervertis, d e t e m p s à autre p r e n a n t conscience d u germ e d e vertu caché bien a u fond d e leur â m e , se repentissent et se
confessent. Politique fort judicieuse: la piété doit être d ' a u t a n t plus
g r a n d e q u e les moeurs sont corrompues, et la spiritualité d ' u n sujet,
a u m o m e n t d e sa résipiscence, est d ' a u t a n t plus manifeste q u e son
vice fut abject.
54
5 5
Aujourd'hui, déformés p a r u n e éducation civico-morale très matérialiste, la coexistence d u bien et du mal nous c h o q u e . La vie fracassante d u prêtre L o p e d e V e g a , la complaisance é h o n t é e d e Tirso
d e Molina, moine mercédaire, d a n s les récits de stupre et d e violence, la grossièreté gratuite d u p i e u x Q u e v e d o , les sinistres complex e s d u prêtre Calderón n o u s s e m b l e n t a u t a n t d ' é n i g m e s ou d e mons54. «Ni ay bestia sin t a c h a n i h o m b r e sin c r i m e n » . Cf. le d i s t i q u e I , 5 de
C A T Ó N : « N e m a s i n e c r i m i n e vivit».
55. D a n s les c o m e d i a s et l e s r o m a n s a b o n d e n t les c r i m e s , l e s m e u r t r e s , l e s
p a r r i c i d e s , le b a n d i t i s m e , le j e u , la p r o s t i t u t i o n , le p r o x é n é t i s m e , «extremos» d e
n a t u r e s violentes et effrénées ou le zèle a p o s t o l i q u e p e u t r e m p o r t e r ses p l u s belles
victoires.
20
GRACIAN
CONTRE
FARET
truosités. Déjà les Français d e Louis XIII s'efforçaient d e lier étroit e m e n t e n d e u x faisceaux indissolubles d ' u n e part foi et morale,
d ' a u t r e part libertinage d'esprit et libertinage d e m o e u r s . Dichotomie plus satisfaisante q u e réelle. Si l ' o n rejette les plus g r a n d s p é cheurs hors d e la c o m m u n a u t é spirituelle, o ù est la leçon d u C h r i s t ?
Et où est la charité si l ' o n réserve le salut a u x médiocres qui n ' o n t
m ê m e p a s à lutter contre le p é c h é ? R i e n d e tel e n E s p a g n e . L ' h o m m e est pris pour ce qu'il est. P l u s s e s vices sont énormes, plus nettement s a conversion témoignera d e la présence d e Dieu et d e l'efficacité d e s a g r â c e ; et p l u s admirable s e r a le c h e m i n e m e n t d u p é cheur d a n s la voie spirituelle, si longue et si a r d u e , d e sa r é d e m p t i o n .
Puisque les biens d e ce m o n d e sont illusoires autant q u e s e s m a u x ,
héros et vilains d e m e u r e n t le gibier d e choix d u confesseur. Q u a n t a u x
médiocres morigérés, pour sauver leur p e u d ' â m e , le curé d e paroisse suffira.
Doctrine dangereuse certes. L e pâle Escobar, p r e s q u ' i n c o n n u d e
ses compatriotes, s'était p a t i e m m e n t occupé à relever tous les c a s
où le confesseur, p o u r n e p o i n t p e r d r e contact a v e c le p é c h e u r , d e vait être a m e n é à p a r d o n n e r avec sévérité et à c o n d a m n e r avec indulgence. Pascal a v e c u n e e x t r ê m e suffisance et u n e indignation
plus polémique q u e vertueuse, fustige ce guide d e s directeurs d e
conscience et s ' e n p r e n d a la C o m p a g n i e d e Jésus p o u r le relâchem e n t d e s a m o r a l e . O r le guide n e visait q u ' à être pratique, et ce
n'est point la morale d e la C o m p a g n i e , mais les m o e u r s d e ses ouailles, les courtisans, q u e l ' o n p e u t accuser d e relâchement. Faudrait-il
q u e le sauveur d ' â m e s se démît et renonçât à sa vocation sous p r é texte q u e le p é c h e u r est incurable, qu'il n ' y a rien à faire, q u ' o n
n'aboutira j a m a i s ?
Certes la province espagnole d e m e u r e plus p o n d é r é e , p l u s « honnête» q u e les grandes métropoles, ces «babylones d u vice». D ' a u t r e
part, la C o m p a g n i e d e Jésus s e détourne d e la conversion d e s m a s ses, d e l'action spirituelle a u p r è s d e la p l è b e . Elle s'attache d e plus
e n p l u s à la formation à la fois pratique et chrétienne d e s élites. L e
jésuite Gracián qui a surtout vécu d a n s d e petites villes, n e connaît q u e par ouï-dire les excès d u vice et les tumultueux é g a r e m e n t s
d e l'aristocratie à la Cour. Les hidalgos qu'ils fréquentent offrent d e s
ressources d'énergie vitales disponibles encore pour l'héroïsme. C ' e s t
par ce trait q u e Gracián diffère d ' u n L o p e o u d ' u n Tirso. D e plus,
trente a n n é e s le séparent d e s d e u x dramaturges. L a morale d u «desengaño» s'adressait e n 1620 à tout le farouche public («el vulgo
56
56. L a C o m p a g n i e de J é s u s s ' a t t a c h e d e p l u s e n p l u s à la c o n v e r s i o n e t à l a
formation d e s é l i t e s . F i d è l e p o u r t a n t à s e s p r i n c i p e s , elle r e j e t t e l e s p r é o c c u p a t i o n s
n o b i l i a i r e s et n o t a m m e n t l e s p r é j u g é s a l o r s t r i o m p h a n t s d e l a p u r e t é d e s a n g ; elle
a c c e p t e d a n s ses r a n g s d e s g e n s d e p e u , c o m m e c i n q u a n t e a n s a u p a r a v a n t elle faisait
une p l a c e a u x n o u v e a u x c h r é t i e n s . Voir la t h è s e d e M. A. Sicroif s u r l e s s t a t u t s d e
p u r e t é d e s a n g e n E s p a g n e a u x X V I et X V I I s i è c l e s , s o u t e n u e à P a r i s e n 1956.
e
e
2t
CH.
V.
AUBRUN
fiero») d e s théâtres populaires d e Madrid o u d e Seville. E n 1650, elle
n e vaut plus q u e pour les minorités d i r i g e a n t e s ; élues p a r la N a t u r e
(le talent) ou par le sang. Q u a n t a u r e s t e d e la nation, il lui faut trouver la voie d e son salut d a n s la résignation et la pratique, m ê m e
puérile, d u culte. Les moralistes n e s'adressent p l u s aux notables qui
g o u v e r n e n t le m o n d e , et qu'ils t e n t e n t d e gouverner.
N o u s l'avons v u : la conjoncture est toute autre en F r a n c e sous
Louis XIII. La noblesse d e r o b e et la bourgeoisie m e n a ç a i e n t alors
l'exclusive d e la noblesse d e s a n g sur les affaires d e l'état. La pouss é e d é m o c r a t i q u e refoulait la classe privilégiée et niait m ê m e , a u n o m
d e la religion, la légitimité d e ses prérogatives. Faret écrit: «Le fond e m e n t d e toutes les vertus est l a R e l i g i o n » . Gracián refuse d e le
suivre sur un terrain aussi vague q u e dangereux. «No p u e d e la grand e z a fundarse en el p e c a d o , q u e es n a d a , sino e n Dios, q u e lo es
t o d o . C o m m e n t la grandeur, qui n ' e s t a c c o r d é e q u ' à quelques-uns,
pourrait-elle e n effet reposer sur la Religion p r o p r e m e n t dite, ouverte
à t o u s ? Elle se fonde en Dieu, source d e toutes les e m i n e n c e s .
L ' h o m m e «singulier», d ' u n e valeur p e u c o m m u n e , manifestera la puiss a n c e d e la Nature d a n s d e s «extremos». Il n e s'agit point p o u r le
moraliste d e retenir la fougue naturelle d e s o n héros, d e l'entraver.
Il s e p r o p o s e simplement d e canaliser sa belle vitalité. C e s «extremos» n e laissent p a s p o u r a u t a n t d ' ê t r e d a m n a b l e s s'ils n e s o n t acc o m p a g n é s d e la conscience claire d e leur non-validité sur le plan
d e l'éternel, sur le plan de l'Esprit divin. Mais, pratiqués e n t o u t e
lucidité, d a n s le sentiment d ' u n total d é s a b u s e m e n t , ils vaudront
au pécheur-héros le p a r d o n d e D i e u : «Es t a n hermosa [la virtud]
q u e se lleva la gracia d e Dios y d e las g e n t e s » . Et l'Aragonais n o u s
livre u n e clef d e son système lorsqu'il écrit: «Si la excelencia mortal e s d e codicia, la e t e r n a s e a d e ambición. Ser héroe del m u n d o ,
p o c o o n a d a e s , serlo del cielo e s m u c h o . A cuyo m o n a r c a sea la
a l a b a n z a , s e a la honra, sea la gloria». L e s e n s est clair. Pour Gracián,
la cupidité d a n s ce m o n d e est e x c e l l e n t e ; mais ses fruits sont vains o u
p r e s q u e . A Dieu, d'ailleurs, reviennent la gloire et la louange, d e
notre réussite, d e l'honneur q u e n o u s a v o n s acquis. Cette q u ê t e d u
succès n ' e s t nullement incompatible et encore moins contradictoire,
a v e c l'ambition d e la vie é t e m e l l e , qui doit être, en dernier ressort,
notre g r a n d e affaire, et dont il n o u s faudra aussi, si n o u s y p a r v e n o n s ,
r e n d r e grâces a Dieu.
57
5 8
59
6 0
57.
P.
33.
58. Héroe.
XX.
59. Oráculo manual,
C C C Le p é d e s t r e F a r e t é c r i v a i t : «Sur ce g r a n d e t
ferme
a p p u y d e l a r e l i g i o n se d o i v e n t f o n d e r t o u t e s l e s a u t r e s v e r t u s , q u i a p r è s n o u s
a v o i r r e n d u s a g r é a b l e s à D i e u n o u s font p l a i r e a u x h o m m e s » . L e s m o t s d e G r a c i á n
s o n t s o u v e n t i d e n t i q u e s ; m a i s ils n e r e c o u v r e n t p a s les m ê m e s c h o s e s .
60.
Ibidem.
22
GRACIAN
CONTRE
FARET
E t tandis q u e le bourgeois Faret sait miroiter le «repos solide»
q u e trouve l ' h o n n ê t e h o m m e d a n s la pratique d e la vertu, l'implacable Gracián invite son h é r o s à savourer n o n sa victoire, mais les
fruits amers d e la mortification qui l'annihile. «Que frutos t a n dulc e s s e cogen d e la raiz a m a r g a d e la mortificación».
Ainsi le succès m o n d a i n , o b t e n u p a r les m o y e n s troubles p r o p r e s
a u m o n d e , devient l'occasion d ' u n progrès spirituel. Ainsi la mort,
ultime défaite, c o u r o n n e m e n t d e la mortification, si elle est souhaitée
e n t a n t q u e châtiment d ' u n e vie d e victoires h u m a i n e s , d o n c toutes
souillées, devient le plus grand, le seul valable d e s triomphes. Le
ver rongeur d u « d e s e n g a ñ o » doit détruire c h a q u e jour u n coeur qui
c h a q u e jour renaît p o u r le nourrir. D a n s la fable d e P r o m é t h é e , reprise p a r Calderón vers 1673 , o n voit l'aigle m a n d é p a r Jupiter d é chirer le coeur s a n s cesse renaissant d u Titan excessif et p r é s o m p t u e u x . Le héros d e Gracián est un autre Titan et qui n e renonce
point, n e doit point renoncer à sa d é m e s u r e . Son courage n ' e s t point
e n t a m é p a r le supplice d e sa p r o p r e désillusion.
61
62
* * *
La doctrine de Gracián se retrouve aussi bien d a n s la distintion
qu'il o p è r e entre; s u b s t a n c e et a p p a r e n c e . «¿De q u é sirviera la realid a d sin la apariencia? L a mejor sabiduría, h o y encargan los políticos
q u e consiste en hacer p a r e c e r » . Ainsi l ' a p p a r e n c e d e la réalité, n o n
la substance, voilà c e à quoi p e u t légitimement et doit viser l'homm e d'action. Alors q u e Faret a v o u e tout b o n n e m e n t , a v e c sa grosse
m a l i c e : «Ce n ' e s t p a s tout q u e d'avoir d u mérite; il le faut sçavoir
débiter et faire valoir» ,
le cynique Gracián jette c o m m e u n défi:
«Gran lección es ésta del saberse h a c e r estimar, d e s a b e r vender u n a
eminencia». L e Français parlait-il d e mérite et d e v a l e u r ? Il n e s'agit
p o u r l'Aragonais q u e d e leur a p p a r e n c e en public, d e l'estime q u e les
autres attachent a u n é a n t .
T a n d i s q u e Faret se l a m e n t e et s'indigne au nom de la société d e
l'oisiveté d e s h o m m e s d e valeur («le r e p o s d e s g r a n d s h o m m e s est
un crime»), Gracián consacre toute u n e «crise» d e son Criticón à
flétrir ceux qui s ' a b a n d o n n e n t «al d e s e a d o sosiego, a la quietud y al
descanso» parce qu'ils fuient l'occasion d e triompher et d e se mortifier, p a r c e qu'ils trichent e n refusant d ' e x e r c e r la vertu à e u x impartie par Dieu et se soustraient ainsi a l'auto-flagellation d u désab u s e m e n t . L'intérêt d e la r é p u b l i q u e n ' a rien à faire d a n s ce d é b a t .
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61. Ive m a s o c h i s m e q u i l ' i n s p i r e résulte-t-il d u s e n t i m e n t d e f r u s t r a t i o n q u ' é p r o u va la n a t i o n e s p a g n o l e a p r è s t a n t d e v a i n e s v i c t o i r e s a c c u m u l é e s p e n d a n t cent
cinquante ans?
62. La estatua de Prometeo. L ' a u t e u r d e c e t a r t i c l e a é d i t é ce d r a m e l y r i q u e a u
C e n t r e d e D o c u m e n t a t i o n U n i v e r s i t a i r e , P a r i s 1958.
63. Discreto,
XIII.
64. P . 59.
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CH.
V.
AUBRUN
Faret invite-t-il les soldats à signaler leur courage «à la vie d e s
principaux d e l ' a r m é e et s'il p e u t a u x yeux m e s m e s d u R o y » , G r a cián r e p r e n d : «Empleo plausible l l a m o a q u é l q u e se ejecuta a vista
d e todos». Il n e s'agit p a s d e gagner d u g a l o n ; ce qui importe c ' e s t
q u e le guerrier dessine devers lui-même et p u b l i q u e m e n t son p r o p r e
personnage pour s a plus grande gloire et pour sa p r o p r e estime,
provisoires d u moins.
L a m ê m e dissidence se prolonge q u a n d il s'agit d e la maîtrise d e
soi. Faret écrit: «Soyons d o n c maîtres d e n o u s m e s m e s et s ç a c h o n
c o m m a n d e r à n o s p r o p e s affections si nous désirons gaigner celle
d'autrui». Gracián oublie la fin d e cette p e n s é e d a n s , l'encrier, tant est
grand son m é p r i s d'autrui, ce sot q u ' i l faut tromper. «No hay mejor señorío q u e el d e sí mismo y d e sus a f e c t o s » .
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66
* * *
A dire vrai, nos deux clercs font aussi piteuse figure l'un q u e l'autre
d e v a n t la société française d e 1630 o u devant la société espagnole d e
1650, devant nos nouveaux riches c o m m e d e v a n t les n o u v e a u x p a u v r e s
d ' E s p a g n e . Notre fringante noblesse m é p r i s a les i d é a u x m é d i o c r e s d e
notre bourgeoisie et rejeta sa morale a v e c sa religion, son h o n n ê t e t é
avec son jansénisme. D e m ê m e , les hidalgos ruinés d e province et le»
«pretendientes» sans espoir d e Madrid n ' a v a i e n t cure d ' u n héroïsme
sans issue ou d ' u n e discrétion sans profit.
Faret, sentant l'échec, rêvait tout h a u t d ' u n e société d ' h o m m e s
d e bien, ou les lettrés, à leur m o d e s t e place, a p p r e n d r a i e n t a u x jeunes nobles à agir et à briller. «La politique et la morale sont les vraies
sciences, et l'histoire, qui d e tout t e m p s a esté n o m m é . l'estude d e s
rois, n'est guères moins nécessaire à ceux qui les s u i v e n t » . Gracián corrige: La politique «es d o n d e h a b é i s d e hallar la sabiduría
m á s importante, la q u e enseña a saber vivir» . La morale, c'est la
nourriture des forts, «pasto d e muy hombres p a r a d a r vida a la p r u d e n c i a » . Q u a n t a la «plausible historia», elle devient «aquella gran
madre de la vida, esposa del entendimiento e hija d e la experienc i a » . La vraie finalité d e l'action n ' e s t donc p a s p o u r lui d a n s le
succès extérieur, la réalisation objective d u projet. L ' h o m m e agit
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65. P . 39.
66. Oráculo,
VIII.
67. P . 27.
68. Criticón.
I l s e m b l e q u e le m o t «science» le g ê n e ; il n e v e u t d é c i d é m e n t
pas le t r a d u i r e p a r «ciencia».
69. Discreto,
X X V . Cela r e v i e n t à d i r e q u e le p e u p l e n ' e n a p a s b e s o i n . I l
suffit q u ' i l ait les m o e u r s i m p o s é e s d ' e n h a u t : o r d r e m o r a l e t r é p r e s s i o n .
70. Ibidem.
F a r e t avait é c r i t : « L ' e x p é r i e n c e m ê m e de q u i l'on dit q u e ( l ' h i s toire) e s t la fille», p . 29.
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GRACIAN
CONTRE
FARET
et n e doit agir q u e p o u r s'exercer et cultiver sa «valeur», pour d e venir u n s u r h o m m e , «muy h o m b r e » .
Parallement, l'histoire d e la société passée propose u n messagesemblable à celui d ' u n e fable moralisante ou d ' u n e comedia doctrin a l e : «comprensión g r a n d e d e las monarquías, repúblicas, imperios
con sus a u m e n t o s , declinaciones, m u d a n z a s » . Or le b o n patriote Faret
tenait l'histoire pour u n spectacle à la fois utile et a g r é a b l e : «Je
trouve utile et d e b o n n e grâce d e n'ignorer p a s les choses principales
qui se sont passées c h e z n o u s et chez n o s voisins d e nostre t e m p s
et s'il se p e u t d e sçavoir encore l'origine et la suite d e t a n t d e royaum e s d ' e s t a t s et d e gouvernements différents q u e se sont eslevez sur
les ruines d ' u n seul E m p i r e » .
A u fond, ce qu'ils connaissent mieux l'un et l'autre, ce n ' e s t point
la Cour, mais la très plaisante compagnie d e fins lettrés d a n s un
confortable et aimable cabinet d e travail. La conversation y r o u l e
sur ces matières et bien d ' a u t r e s encore, c o m m e les m a t h é m a t i q u e s
(plus peut-être en F r a n c e q u ' e n Espagne) o u la cosmographie, q u e
Faret et Gracián s'accordent à substituer à l'astrologie, objet d e
leur m é f i a n c e ; et l'étude d e s langues ajoute encore à l'agrément de
ce c o m m e r c e d e b e a u x esprits. Ils n ' o n t ni l'un ni l'autre l'oreille
p o é t i q u e . Fi d e s «malheureux faiseurs d e vers». Gracián c o n d a m n e
la poésie galante et la poésie b u r l e s q u e ; il fait tout juste u n e m o d e s te part à la poésie sententieuse «en verso grave». Le fond c o m m u n
de leur p e n s é e a été exprimée p a r l'Espagnol sous u n e forme lapid a i r e : «Quien quiera m a n d a r , e s c r i b a » . Il est sans d o u t e regrettable q u e les maîtres du m o n d e n'écrivent point des traités d e m o rale. Il est plus regrettable encore, —tel est le fond d e sa p e n s é e — ,
q u e les sages n e soient p a s les maîtres du m o n d e .
Ainsi c'est à cette platitude qu'aboutissent n o s d e u x moralistes.
S o m m e toute, puisqu'ils d e m e u r e n t d e s clercs sans a u d i e n c e et q u e
nul n ' é c o u t e leurs avis d a n s les affaires d ' é t a t , généralisant leur expérience, ils proposent à qui veut les e n t e n d r e d'organiser le m o n d e
à l'image d ' u n e a c a d é m i e ou d ' u n salon. Vivre h e u r e u x parmi d e s
livres et avec d e s amis, tel est, selon Faret, «l'un des plus d o u x e t
des plus innocents plaisirs q u ' u n e personne vertueuse puisse chois i r » . Et G r a c i á n ; peut-être plus farouche, d ' a b o n d e r : «No a y lisonja, no ay fullería como u n libro nuevo c a d a d í a » .
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74.
V. 29 et sq.
Criticón.
P. 25.
Criticón,
deuxième
livre,
VII.
CH.
V.
AUBRUN
C'est l'intérêt d e Faret q u e d'avoir contribué à former u n e g é n é r a t i ó n d e fins a m a t e u r s d e r o m a n s , d e comédies, d e tragédies et
m ê m e d e p i q u a n t s traités d e m o r a l e . C'est la gloire d e G r a c i á n q u e
d'avoir révélé à l ' E s p a g n e la valeur d e la réflexion morale sur soim ê m e et l'importance d ' u n e philosophie d e la connaissance, d'avoir
fait franchir a u public averti le p a s qui s é p a r e les «humanités» d e s
«belles-lettres». Car il a n n o n c e à s a nation u n e nouvelle s a g e s s e ,
fondée sur la p r a t i q u e délibérée — n o n point h o n t e u s e — d u m o n d e et
sur u n e science —déjà e n c y c l o p é d i q u e — d e là n a t u r e .
C o m m e s o n rêve fantastique visite encore, e n dépit d e mille e x p é riences malheureuses, les h o m m e s d e son acabit et d e son h u m e u r ,
s a c h o n s lui gré d'avoir peint cette dernière d e n o s illusions sous sa
forme la plus équilibrée et la p l u s s é d u i s a n t e : u n «discreto», tapi
au fond d e s o n a b o n d a n t e librairie, essaie d e m e n e r h é r o ï q u e m e n t
l'exécrable m o n d e ad maiorem Dei gloriam. D e fait, nous le savons
d e reste, le «discreto» n e m è n e q u e l'imagination d e ses toujours fid è l e s lecteurs, Mais il est à la fois d o u x et amer d e p e n s e r q u e c'est
l à u n e seule et m ê m e chose.
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75. «Me s a l t e ó d e r e p e n t e e n t a n e x t r a o r d i n a r i a í m p e t u d e c o n o c i m i e n t o , u n
t a n g r a n d e golpe d e l u z q u e , r e v o l v i e n d o s o b r e m í , c o m e n c é d e r e c o n o c e r m e h a c i e n d o u n a y o t r a r e f l e x i ó n s o b r e m i p r o p i o s e r . ¿ Q u é e s e s t o ? , d e c í a . ¿ Soy o
n o s o y ? P e r o p u e s vivo, p u e s conozco y a d v i e r t o , s e r t e n g o » . Criticón,
I , I . Ce
q u i , p o u r D e s c a r t e s é t a i t le f o n d e m e n t d e l a p h i l o s o p h i e , p o u r G r a c i á n d e v e n a i t
le p r i n c i p e d ' u n e m o r a l e r a t i o n n e l l e p r a t i q u e , p a r a l l è l e à la m o r a l e c h r é t i e n n e
p r o p r e m e n t d i t e , m a i s n e se c o n f o n d a n t p a s avec elle.
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